Ambiente
Indicadores de saneamento colocam Cachoeiro de Itapemirim em posição de destaque no Índice de Desenvolvimento Sustentável
A avaliação, alinhada à Agenda 2030 da ONU, mostra desempenho acima da referência em água e esgotamento sanitário
Por: Redação em 26 de fevereiro de 2026

Cachoeiro de Itapemirim foi destaque no Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR) 2025, alcançando a classificação “muito alto” no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 — Água Potável e Saneamento. A nota conquistada na escala 80-100 evidencia os avanços do município em indicadores fundamentais para a qualidade de vida e reforça a eficácia dos serviços operados pela BRK.
A ferramenta, uma iniciativa do Instituto Cidades Sustentáveis alinhada à Agenda 2030 da ONU, avalia o desempenho municipal a partir de dados oficiais. No recorte do ODS 6, Cachoeiro apresenta indicadores superiores à referência em aspectos essenciais, como o abastecimento de água e a cobertura de esgotamento sanitário.
Outro destaque positivo é o baixo índice de doenças associadas ao saneamento inadequado, refletindo o impacto direto da infraestrutura na saúde pública. Guilherme Pimentel, diretor da BRK Cachoeiro, enfatiza que “esses resultados são frutos de investimentos contínuos na modernização e ampliação dos sistemas, que possibilitaram a universalização do serviço na cidade”, afirma o diretor.
Na área urbana, a população do município conta com 100% de cobertura no abastecimento de água; 98% com rede coletora de esgoto e praticamente todo o esgoto tratado, um avanço histórico que protege a saúde da população e o meio ambiente. São mais de 21 milhões de litros de esgoto tratados por dia, evitando que milhões de litros de esgoto in natura tenham como destino o Rio Itapemirim e córregos.
Sobre o Índice
O Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC – BR) é uma iniciativa do Instituto Cidades Sustentáveis, em parceria com o Sustainable Development Solutions Network (SDSN), consultoria do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e co-financiado pela Caixa, pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e pela União Europeia.