O turismo, indústria em crescimento, impulsiona uma cidade. Em todos os lugares do mundo procuramos algo novo, diferente, algum atrativo urbano ou rural.
Apesar de parecer exagero, alguns medicamentos revolucionaram a história mundial. Comecei a pensar no assunto a partir de uma entrevista com um nutrólogo, na qual foi citada a possibilidade de não existirem mais obesos em um futuro próximo.
As estórias que Roberto Carlos conta, relaxado em seus aposentos, são bem diferentes, por óbvio, das entrevistas concedidas em público, sempre tenso e monossilábico.
Encontrava-se agitado. Sentia-se distante, solto no ar, no espaço, no universo. Na mente, buscava o infinito. Talvez fosse essa a explicação para a escolha de sua moradia preferencial - o mar.
Com as devidas proporções, também vivi dificuldades na Quaresma. Após três semanas decido partilhá-las.
Muitos são os sentimentos humanos. Em nossas vidas, na maioria das vezes, nos momentos importantes, somos movidos pelas emoções.
E Roberto Carlos retorna à sua terra para comemorar, junto aos seus conterrâneos, seu aniversário de 85 anos, com um show que atrai multidões, daqui e de todo o Brasil.
Pelo que se vê, até agora, o desenho de candidaturas à presidência da República mostra uma disputa sem mulheres. O que, aliás, contraria todo o discurso predominante neste momento da história e causa perplexidade.
“Não canse quem te quer bem.” Li a frase em crônica de jornal. Ilustra bem nossas relações familiares e do cotidiano. Na verdade, acho que a pergunta deveria ser: Por que nos agredimos tanto?
Tempos estranhos em que vivemos, com nosso país dividido por questões ideológicas, com patriotas de fachada, enrolados na bandeira e torcendo contra o Brasil.
Tomo a liberdade de contar ao leitor um episódio que aconteceu, recentemente, na minha vida de advogado, mas que tem muito a ver com Cachoeiro e Rubem Braga. E Newton.
Previna-se foi o nome, anos atrás, da primeira Campanha Nacional da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) para prevenção da doença renal crônica.