Sou uma pessoa longeva, e por conta da minha idade, vivo experiências inusitadas. Hoje partilharei uma bem interessante.
Achei muito interessante a ideia proposta pela amiga Martha Medeiros que, afinal, sugeriu que algumas palavras já saturaram e deveriam sair de uso.
Todos nós possuímos um espaço interno que só nós conhecemos, reservado às nossas lembranças e emoções. Sem adentrar ao campo da Psicologia, que não é minha área, vou tentar relatar experiências do vivido.
Depois do impactante resultado das eleições, vou cuidar de outro assunto, antes do segundo turno das eleições: - a proposta de que o uso da IA na educação, necessariamente, exige regras sensatas que resistam a avanço veloz.
O tema me aflorou há poucos dias, quando assistia a um show de um humorista negro que apresentava uma lista de coisas das quais os negros não gostam.
Isso decorre do fato da inexistência de comprovação científica suficiente que sustente seu benefício e a segurança do paciente. Dizem que os “profissionais inescrupulosos estão deitando e rolando”. E estão mesmo. Na nossa cara.
Segundo o IBGE, 6% das mulheres de 18 anos ou mais, no Brasil, são vítimas de violência psicológica, física e sexual.
Tenho encontrado com amigos que me pedem um volume do livro “Fotocrônicas”, que publiquei em 2003, ou seja, há 23 anos atrás.
Setembro é um mês diferente. Inicia a primavera. Lembra as flores, os lírios dos campos e as mensagens de paz. Celebra a vida.
Um dos primeiros foi o direito de votar e ser votada, reconhecido no Brasil em 1932. Mais tarde, a Constituição de 1988 estabeleceu a igualdade de direitos e obrigações entre homens e mulheres.
Há algum tempo venho pensando em escrever sobre qualidade de vida em nossa cidade. Por exemplo: sinto falta dos Pontos de Encontro, onde os cachoeirenses se deparavam para falar sobre a vida e os famosos causos.
Minha querida amiga Regina Monteiro, colunista desta Revista, de forma categórica deu uma aula de Direito no seu programa “Elas e Elas”, na rede social, cujo tema foi “união estável”.