“Penso, logo existo/sou.” Tradução da afirmação latina em que o filósofo francês René Descartes (Discurso da razão, 1637) reconhecia a primeira verdade da doutrina construída sobre a evidência e a razão.
Uma pergunta muito além do físico, além de uma silhueta que não mais existe, uma pergunta pertencente ao campo da memória afetiva, de reminiscências, das lembranças guardadas em sorrisos e choros, no espirito juvenil.
Atravessar a ponte e, durante seu trajeto, em seu ponto mais alto, admirar nosso monumento mais importante: Convento da Penha.
Leonardo Boff, em texto, disse: O ser humano se constrói com suas relações sociais. Através da razão, dos conceitos morais, suas virtudes e regras de convivências.
Nasci e cresci em Vitória, nossa capital. A capital capixaba contava com o bairro Santo Antônio, Centro (Parque Moscoso e Rua Sete) e, para os mais abastados, a Praia do Suá e do Canto.
Em Cachoeiro e Brasil afora não valorizamos nome de ruas. Sempre nos localizamos pela referência: rua dos bancos; rua do shopping... Deveria ser diferente.
Setembro é um mês diferente. Inicia a primavera. Lembra as flores, os lírios dos campos e as mensagens de paz. Celebra a vida.
Quando criança ficava imaginando o futuro. Tentava adivinhar o preço do cigarro quando alcançasse a adolescência, uma dependência tolerável na época; adivinhar a cor do carro a ser adquirido; a casa da minha moradia e o emprego desejado.