Em Cachoeiro e Brasil afora não valorizamos nome de ruas. Sempre nos localizamos pela referência: rua dos bancos; rua do shopping... Deveria ser diferente.
Setembro é um mês diferente. Inicia a primavera. Lembra as flores, os lírios dos campos e as mensagens de paz. Celebra a vida.
Quando criança ficava imaginando o futuro. Tentava adivinhar o preço do cigarro quando alcançasse a adolescência, uma dependência tolerável na época; adivinhar a cor do carro a ser adquirido; a casa da minha moradia e o emprego desejado.
A vida é boa! Mesmo que, por alguns instantes, fique a impressão do contrário. Para os resilientes, instantes de tristezas. Para estes, a dor física e da alma praticamente não existe.
Uma artista referência da cultura mexicana, pelos seus trajes e sua arte. Sobre os trajes, ela dizia vestir-se para ir ao paraíso e preparar-se para a morte.
Dez horas. Com dificuldade lembrava onde se encontrava: hospital psiquiátrico. Só não sabia o tempo de internação. O tempo era algo não mais cronometrado, simplesmente transcorria.
Completamos 35 anos do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele cobre todos os brasileiros, mais de 200 milhões de pessoas. Mesmo quem tem plano privado usa o SUS em vacinação, vigilância sanitária, SAMU, alguns medicamentos de alto custo.