Estou utilizando a fala da Ministra Carmem Lúcia para um desabafo. A Ministra indica um período histórico, o meu se refere ao tempo de vida, e do azar das mulheres que, além de não terem o direito de falar, são vítimas de gente dando “pitaco” em suas vidas.
Tenho grande admiração pela visão social que a jornalista Flávia Oliveira possui sobre os fatos que divulga e comenta. Cuidadosamente li, outro dia, um tema que muito me sensibilizou: onde você mora? É o seguinte.
O fim de mais um ano se aproxima. Com a passagem do tempo, fico em dúvida se realmente o vivi ou simplesmente contei os dias.
Naquele instante, na agonia de se ver no fim de seus dias, procurava entender a razão de sua solidão.
Dia desses me perguntaram sobre algo essencial à vida: a água. Quanto ingerir por dia para mantermos a saúde.
Um conto difere da crônica pelo fato de contarmos algo mais minucioso em uma aparente complexidade. Na crônica nos expomos e nos apresentamos como realmente somos.
A Deusa do alvorecer. Aquela que, na mitologia, anuncia a chegada do sol (seu irmão) e encaminha o descanso da lua (sua irmã).
No último domingo, Dia dos Pais, lembrei de um domingo de tempos atrás. O sol estava alto e forte, o céu com poucas nuvens, um dia próprio de Cachoeiro de Itapemirim.
A Banca era de revistas, ficava no centro de Cachoeiro de Itapemirim, no Edifício Primus. Era uma passagem, e encontros, de cachoeirenses.
Minha sogra: Arlete Pitanga de Freitas; Minha Confreira da Academia Cachoeirense de Letras (ACL): Joacy Ribeiro Novaes. Duas almas caridosas que partiram juntas em 19 de julho de 2025.
Fernando Antônio Nogueira Pessoa, nasceu em Lisboa, Portugal, em 13 de junho de 1888. O nome é uma homenagem ao Santo casamenteiro que nasceu em Lisboa (Fernando) e vive e morre na Itália (Pádua) como Antônio.
Os dados não são favoráveis, a violência cresce de forma acintosa e é difícil de combater porque ela acontece, em sua maioria, no ambiente familiar, e os agressores são principalmente os filhos, netos, ou cuidadores domiciliares.