Tempos atrás visitei Buenos Aires, lembro que perguntei ao motorista do táxi sobre um bom local que pudesse assistir os Portenhos dançando o tango.
Em Cachoeiro, gosto de caminhar domingo de manhã, em dias ensolarados, na beira do rio Itapemirim. Vou em direção à Ilha da Luz.
Nasceu em San Fratello, Itália, em março 1526; faleceu na cidade italiana de Palermo, em 1589. Padroeiro dos Negros, dos Cozinheiros, dos Africanos, das Donas de Casa e dos Profissionais de Nutrição.
Carlos encontrava-se em quarto de hospital. Gradativamente voltava a consciência. Orientava-se através de informações recebidas de familiares e acompanhantes.
Da sacada do apartamento observava a Beira Rio, a avenida cachoeirense mais charmosa. Ao longe, cruzavam o rio Itapemirim três cavaleiros, montavam cavalos de belo porte.
Encontrava-se sozinho. Não se sentia solitário. Gostava da solidão. Momentos que organizava pensamentos. Coisas vividas e as que estavam por viver.
Uma glândula do sexo masculino. Por muitos anos esquecida, rejeitada e sofrendo todo tipo de preconceito. Sofrendo também agressões: inflamação e infecção, aguda ou crônica.
Tempos atrás me deparei com um ninho próximo à Banca do Jorge. A banca ficava entre o Mercado Municipal e a antiga Padaria Brasil, na Praça São João.