Tempos atrás visitei Buenos Aires, lembro que perguntei ao motorista do táxi sobre um bom local que pudesse assistir os Portenhos dançando o tango.
Ano em que nasci. Ano mágico para o Brasil: sagrou-se Campeão Mundial de Futebol pela primeira vez; surgia Edson Arantes do Nascimento (Pelé); nascia a música na batida da Bossa Nova.
No último domingo, Dia dos Pais, lembrei de um domingo de tempos atrás. O sol estava alto e forte, o céu com poucas nuvens, um dia próprio de Cachoeiro de Itapemirim.
A Banca era de revistas, ficava no centro de Cachoeiro de Itapemirim, no Edifício Primus. Era uma passagem, e encontros, de cachoeirenses.
Minha sogra: Arlete Pitanga de Freitas; Minha Confreira da Academia Cachoeirense de Letras (ACL): Joacy Ribeiro Novaes. Duas almas caridosas que partiram juntas em 19 de julho de 2025.
Fernando Antônio Nogueira Pessoa, nasceu em Lisboa, Portugal, em 13 de junho de 1888. O nome é uma homenagem ao Santo casamenteiro que nasceu em Lisboa (Fernando) e vive e morre na Itália (Pádua) como Antônio.
Vivemos sentimentos alternantes: angústia, medo, esperança... Lembro-me da formatura no Grupo Escolar, do Ginasial e Técnico; lembro-me da Faculdade e toda dificuldade de um início de vida adulta.
Médico, cardiologista e cachoeirense. Um orgulho exagerado pela cidade que nascera e residia. Na madrugada de uma quarta-feira (23/4/2008) ele deixou a vida terrestre.