Em Cachoeiro, gosto de caminhar domingo de manhã, em dias ensolarados, na beira do rio Itapemirim. Vou em direção à Ilha da Luz.
Curto cultura popular e, em especial, o Carnaval. Participei da fase áurea do Carnaval de Marataízes, com o Iate Clube em seu apogeu, recebendo foliões de toda parte do Brasil, além de blocos de rua famosos.
Dentro do possível fiquei até ontem longe dos prazos legais e das notícias de um modo geral. Porém, muito encucado com a situação do banco Master, sobretudo porque considero um dos maiores escândalos ocorridos no país.
Tem sido bastante debatida a questão dos pais que, a partir de um novo relacionamento, abandonam os filhos da relação anterior.
E qual é o meu DNA? Considerando que esclarecimentos não são justificativas, não sou uma escritura de cultura erudita, e sim uma relatora do cotidiano.
A vida toda, com sua genialidade, a sua supremacia sobre todos nós era flagrante. A rigor, isso encantava não só os advogados, mas todo o país.
Tomo conhecimento das notícias sobre a COP 30, o tema tanto me mobiliza que me reporto, em pensamento, aos espaços de discussão.
Em síntese, o que se verificou – e reputo muito interessante – é que o contato frequente e significativo entre idades diferentes amplia repertórios de afetos, valores e habilidades.
O título é uma metáfora, com ele tento exemplificar como andam meus sentimentos. Numa quarta, com consulta marcada no Rio, recebi vários recados de pessoas preocupadas com minha segurança, numa cidade em guerra.
Aliás, a vida toda, com sua genialidade, a sua supremacia sobre todos nós era flagrante. A rigor, isso encantava não só os advogados, mas todo o país.
Desde 1997 acompanho a evolução do movimento de idosos lutando por seus direitos, das primeiras conferências à promulgação do Estatuto da Pessoa Idosa em 2003, da criação dos Conselhos de Direitos da Pessoa Idosa e participação efetiva da referida população.
Tenho grande admiração pela visão social que a jornalista Flávia Oliveira possui sobre os fatos que divulga e comenta