O título acima não tem lógica e é criticado pelos gramáticos. Significa esforçar-se para recuperar perdas — exatamente o que nós, mulheres, fazemos a vida toda.
Curioso, coisa que não costuma acontecer. Acho que ainda estou perdido nas relembranças do carnaval. Ou, quem sabe, impactado com o reencontro de amigos.
Neste ano, tive a grata satisfação de iniciar a Quaresma em missa campal, à beira-mar, em Marataízes. E o que é a Quaresma?
Tudo que acontecer daqui pra frente terá uma conotação político-eleitoral. Como assim? Um exemplo. Vejam só no carnaval.
Em Cachoeiro, gosto de caminhar domingo de manhã, em dias ensolarados, na beira do rio Itapemirim. Vou em direção à Ilha da Luz.
Curto cultura popular e, em especial, o Carnaval. Participei da fase áurea do Carnaval de Marataízes, com o Iate Clube em seu apogeu, recebendo foliões de toda parte do Brasil, além de blocos de rua famosos.
Dentro do possível fiquei até ontem longe dos prazos legais e das notícias de um modo geral. Porém, muito encucado com a situação do banco Master, sobretudo porque considero um dos maiores escândalos ocorridos no país.
Tem sido bastante debatida a questão dos pais que, a partir de um novo relacionamento, abandonam os filhos da relação anterior.
E qual é o meu DNA? Considerando que esclarecimentos não são justificativas, não sou uma escritura de cultura erudita, e sim uma relatora do cotidiano.
A vida toda, com sua genialidade, a sua supremacia sobre todos nós era flagrante. A rigor, isso encantava não só os advogados, mas todo o país.
Tomo conhecimento das notícias sobre a COP 30, o tema tanto me mobiliza que me reporto, em pensamento, aos espaços de discussão.
Em síntese, o que se verificou – e reputo muito interessante – é que o contato frequente e significativo entre idades diferentes amplia repertórios de afetos, valores e habilidades.