Comemoramos os 15 anos da realização de um sonho, sonho meu e que foi acolhido por toda a família. Após 12 anos de serviço público, saí do atendimento na área social, porém ele não saiu de mim.
Mas por quê? Exatamente porque o país figura, sem dúvida, entre os mais letais do mundo no que diz respeito ao assassinato de mulheres.
Tenho, no momento, interesse na literatura infantil que tanto me alegrava. Com ela, em minha infância, viajei. Através da leitura caminhei por florestas, nadei em rios e lagoas e velejei por mares mundo afora.
O título acima não tem lógica e é criticado pelos gramáticos. Significa esforçar-se para recuperar perdas — exatamente o que nós, mulheres, fazemos a vida toda.
Curioso, coisa que não costuma acontecer. Acho que ainda estou perdido nas relembranças do carnaval. Ou, quem sabe, impactado com o reencontro de amigos.
Neste ano, tive a grata satisfação de iniciar a Quaresma em missa campal, à beira-mar, em Marataízes. E o que é a Quaresma?
Tudo que acontecer daqui pra frente terá uma conotação político-eleitoral. Como assim? Um exemplo. Vejam só no carnaval.
Em Cachoeiro, gosto de caminhar domingo de manhã, em dias ensolarados, na beira do rio Itapemirim. Vou em direção à Ilha da Luz.
Curto cultura popular e, em especial, o Carnaval. Participei da fase áurea do Carnaval de Marataízes, com o Iate Clube em seu apogeu, recebendo foliões de toda parte do Brasil, além de blocos de rua famosos.
Dentro do possível fiquei até ontem longe dos prazos legais e das notícias de um modo geral. Porém, muito encucado com a situação do banco Master, sobretudo porque considero um dos maiores escândalos ocorridos no país.
Tem sido bastante debatida a questão dos pais que, a partir de um novo relacionamento, abandonam os filhos da relação anterior.
E qual é o meu DNA? Considerando que esclarecimentos não são justificativas, não sou uma escritura de cultura erudita, e sim uma relatora do cotidiano.