Estou utilizando a fala da Ministra Carmem Lúcia para um desabafo. A Ministra indica um período histórico, o meu se refere ao tempo de vida, e do azar das mulheres que, além de não terem o direito de falar, são vítimas de gente dando “pitaco” em suas vidas.
Plantei, há alguns anos, duas mudas de manacás, planta que remonta e me transporta à minha infância no interior.
Cultura é para ser vivenciada pelo povo, a literatura deve ser de fácil acesso a todos, e a partir da juventude.
Viajando pelo sul da Itália, em Nápoles a guia turística nos levou até as ruínas de Pompéia, cidade romana fundada pelos gregos e dizimada pelo vulcão Vesúvio, no ano de 79 d.C.
Assim como as histórias nunca se identificam, o tempo de um nunca se assemelha ao de outro, tempo de dormir e acordar, de tomar decisões, de organizar projetos, até o tempo de decidir pela própria felicidade.
As vendas do século passado não possuíam organização, os produtos ficavam embolados, alguns expostos e outros não, separados do freguês por um balcão.
Em pleno domingo, enquanto esperava meu neto em frente à sua casa numa rua da Vila Rica, observei dois homens carregando lixo e jogando num local onde já existia algum acúmulo.