O título é uma metáfora, com ele tento exemplificar como andam meus sentimentos. Numa quarta, com consulta marcada no Rio, recebi vários recados de pessoas preocupadas com minha segurança, numa cidade em guerra.
Desde 1997 acompanho a evolução do movimento de idosos lutando por seus direitos, das primeiras conferências à promulgação do Estatuto da Pessoa Idosa em 2003, da criação dos Conselhos de Direitos da Pessoa Idosa e participação efetiva da referida população.
Estou utilizando a fala da Ministra Carmem Lúcia para um desabafo. A Ministra indica um período histórico, o meu se refere ao tempo de vida, e do azar das mulheres que, além de não terem o direito de falar, são vítimas de gente dando “pitaco” em suas vidas.
Plantei, há alguns anos, duas mudas de manacás, planta que remonta e me transporta à minha infância no interior.
Cultura é para ser vivenciada pelo povo, a literatura deve ser de fácil acesso a todos, e a partir da juventude.
Viajando pelo sul da Itália, em Nápoles a guia turística nos levou até as ruínas de Pompéia, cidade romana fundada pelos gregos e dizimada pelo vulcão Vesúvio, no ano de 79 d.C.
Assim como as histórias nunca se identificam, o tempo de um nunca se assemelha ao de outro, tempo de dormir e acordar, de tomar decisões, de organizar projetos, até o tempo de decidir pela própria felicidade.
As vendas do século passado não possuíam organização, os produtos ficavam embolados, alguns expostos e outros não, separados do freguês por um balcão.