Curto cultura popular e, em especial, o Carnaval. Participei da fase áurea do Carnaval de Marataízes, com o Iate Clube em seu apogeu, recebendo foliões de toda parte do Brasil, além de blocos de rua famosos.
Tem sido bastante debatida a questão dos pais que, a partir de um novo relacionamento, abandonam os filhos da relação anterior.
E qual é o meu DNA? Considerando que esclarecimentos não são justificativas, não sou uma escritura de cultura erudita, e sim uma relatora do cotidiano.
Tomo conhecimento das notícias sobre a COP 30, o tema tanto me mobiliza que me reporto, em pensamento, aos espaços de discussão.
O título é uma metáfora, com ele tento exemplificar como andam meus sentimentos. Numa quarta, com consulta marcada no Rio, recebi vários recados de pessoas preocupadas com minha segurança, numa cidade em guerra.
Desde 1997 acompanho a evolução do movimento de idosos lutando por seus direitos, das primeiras conferências à promulgação do Estatuto da Pessoa Idosa em 2003, da criação dos Conselhos de Direitos da Pessoa Idosa e participação efetiva da referida população.
Estou utilizando a fala da Ministra Carmem Lúcia para um desabafo. A Ministra indica um período histórico, o meu se refere ao tempo de vida, e do azar das mulheres que, além de não terem o direito de falar, são vítimas de gente dando “pitaco” em suas vidas.
Plantei, há alguns anos, duas mudas de manacás, planta que remonta e me transporta à minha infância no interior.