As estórias que Roberto Carlos conta, relaxado em seus aposentos, são bem diferentes, por óbvio, das entrevistas concedidas em público, sempre tenso e monossilábico.
Pelo que se vê, até agora, o desenho de candidaturas à presidência da República mostra uma disputa sem mulheres. O que, aliás, contraria todo o discurso predominante neste momento da história e causa perplexidade.
Tomo a liberdade de contar ao leitor um episódio que aconteceu, recentemente, na minha vida de advogado, mas que tem muito a ver com Cachoeiro e Rubem Braga. E Newton.
Mas por quê? Exatamente porque o país figura, sem dúvida, entre os mais letais do mundo no que diz respeito ao assassinato de mulheres.
Curioso, coisa que não costuma acontecer. Acho que ainda estou perdido nas relembranças do carnaval. Ou, quem sabe, impactado com o reencontro de amigos.
Tudo que acontecer daqui pra frente terá uma conotação político-eleitoral. Como assim? Um exemplo. Vejam só no carnaval.
Claro que o assunto, depois do banco Master, permeado pelo conchavos políticos, será o Carnaval. Em Cachoeiro já programaram o “Cachoeiraço”. Aliás, a vida segue esse calendário.
Dentro do possível fiquei até ontem longe dos prazos legais e das notícias de um modo geral. Porém, muito encucado com a situação do banco Master, sobretudo porque considero um dos maiores escândalos ocorridos no país.