As estórias que Roberto Carlos conta, relaxado em seus aposentos, são bem diferentes, por óbvio, das entrevistas concedidas em público, sempre tenso e monossilábico.
Encontrava-se agitado. Sentia-se distante, solto no ar, no espaço, no universo. Na mente, buscava o infinito. Talvez fosse essa a explicação para a escolha de sua moradia preferencial - o mar.
Com as devidas proporções, também vivi dificuldades na Quaresma. Após três semanas decido partilhá-las.
Muitos são os sentimentos humanos. Em nossas vidas, na maioria das vezes, nos momentos importantes, somos movidos pelas emoções.
E Roberto Carlos retorna à sua terra para comemorar, junto aos seus conterrâneos, seu aniversário de 85 anos, com um show que atrai multidões, daqui e de todo o Brasil.
Pelo que se vê, até agora, o desenho de candidaturas à presidência da República mostra uma disputa sem mulheres. O que, aliás, contraria todo o discurso predominante neste momento da história e causa perplexidade.
“Não canse quem te quer bem.” Li a frase em crônica de jornal. Ilustra bem nossas relações familiares e do cotidiano. Na verdade, acho que a pergunta deveria ser: Por que nos agredimos tanto?
Tempos estranhos em que vivemos, com nosso país dividido por questões ideológicas, com patriotas de fachada, enrolados na bandeira e torcendo contra o Brasil.
Tomo a liberdade de contar ao leitor um episódio que aconteceu, recentemente, na minha vida de advogado, mas que tem muito a ver com Cachoeiro e Rubem Braga. E Newton.
Previna-se foi o nome, anos atrás, da primeira Campanha Nacional da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) para prevenção da doença renal crônica.
Comemoramos os 15 anos da realização de um sonho, sonho meu e que foi acolhido por toda a família. Após 12 anos de serviço público, saí do atendimento na área social, porém ele não saiu de mim.
Mas por quê? Exatamente porque o país figura, sem dúvida, entre os mais letais do mundo no que diz respeito ao assassinato de mulheres.