Não venha dizer que estou sem assunto. Por acaso, ouvi uma conversa entre a juíza Andréa Pachá e uma senhora de 95 anos, durante uma audiência, no Rio.
As vendas do século passado não possuíam organização, os produtos ficavam embolados, alguns expostos e outros não, separados do freguês por um balcão.
De tanto divulgar, acabei não tendo a oportunidade de ir à Feijoada, a maior festa desta Revista Leia. Soube que foi um sucesso.
Popularidade de políticos, governo e até pessoal. Isto é, pelas ruas de uma cidade, conhecemos em minúcias seus habitantes.
Em pleno domingo, enquanto esperava meu neto em frente à sua casa numa rua da Vila Rica, observei dois homens carregando lixo e jogando num local onde já existia algum acúmulo.
Tempos atrás visitei Buenos Aires, lembro que perguntei ao motorista do táxi sobre um bom local que pudesse assistir os Portenhos dançando o tango.
A Revista Leia está se preparando para mais um Feijoada. Tudo começa com um coquetel, na Barezy, se não me falha a memória, no próximo dia 2. Uma espécie de aquecimento.
Ano em que nasci. Ano mágico para o Brasil: sagrou-se Campeão Mundial de Futebol pela primeira vez; surgia Edson Arantes do Nascimento (Pelé); nascia a música na batida da Bossa Nova.
Escrevo semanalmente e publico minhas crônicas bianualmente em livros. Sou consciente que, às vezes, eu me supero na escrita, e muitas vezes nem tanto.
Por acaso, de forma até mesmo indiscreta mas curiosa, atrasei o passo para ouvir a conversa entre um padre, a quem muito admiro, e um psicanalista, que, da mesma forma, homenageio sempre.
No jornal da TV assisti um fato inusitado. Uma casa pegando fogo e a mulher presa no terraço, com o fogo consumindo tudo.