Minha querida amiga Regina Monteiro, colunista desta Revista, de forma categórica deu uma aula de Direito no seu programa “Elas e Elas”, na rede social, cujo tema foi “união estável”.
Estou tentando me adaptar às modernidades da comunicação nas redes sociais. Sou escritora, e estou habituada a expressar meus pensamentos através da palavra escrita.
Vivemos com a obrigação de aparentarmos felicidade. Exibimos carro, celular, casa, boa aparência... Como um troféu pelo alcance da felicidade, nem sempre existente.
Quando criança ficava imaginando o futuro. Tentava adivinhar o preço do cigarro quando alcançasse a adolescência, uma dependência tolerável na época; adivinhar a cor do carro a ser adquirido; a casa da minha moradia e o emprego desejado.
E o Promotor Lucas La Rocca foi transferido para uma Comarca distante. Em sua passagem por aqui, primeiro como Promotor da pessoa idosa e, posteriormente, da mulher vítima de violência, realizou trabalho exemplar.
Achei muito interessante o lançamento dos vários livros de Ziraldo, nos quais o editor mostra seu eterno amor pelos bichos. Aliás, é importante, dizer, ele já era ecológico antes desse terno existir.
Emoções são capazes de nos levar do inferno ao paraíso num piscar de olhos, ou por um tempo delimitado, conforme os fatos a serem partilhados.
Embora tenha feito exercício a vida toda, sempre me pergunto se não há um exagero nas academias. Sobretudo com as exposições nas redes sociais da performance.
Uma artista referência da cultura mexicana, pelos seus trajes e sua arte. Sobre os trajes, ela dizia vestir-se para ir ao paraíso e preparar-se para a morte.
Já escrevi sobre minha ligação afetiva com o Liceu, a escola onde tomei posse da minha capacidade de superar a jovem interiorana que eu era.
Mas, o curioso, pelo menos eu penso assim, é que pesquisa – por sinal que merece credibilidade – diz que 54% dos brasileiros disseram que “não confiam na rede”.