Somos seres adaptáveis, por maior dificuldade vamos criando canais de escape. Assisti a um comediante que na impossibilidade de gravar em grupo
E para um idoso o isolamento físico, de certa forma, é uma prévia da despedida final, de presenciar a saudade que os seres queridos já sentem
Na pandemia dos nossos tempos, séc. XXI, do novo coronavírus (Covid-19), procuro ocupar o tempo com exercícios para a mente e o físico.
A liberdade de expressão é garantida pela Constituição Federal de 1988 no seu artigo 5º, inciso IX – é livre a expressão intelectual, científica e de comunicação.
No início do mês de março, quando começava a divulgação da pandemia por aqui, o professor Miguel Srougi já antecipava os fatos, com sua visão de mundo e integridade científica.
A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) nos força alguns hábitos saudáveis. Há dois meses, uso as escadas do prédio da minha moradia para acesso à garagem dos carros e à portaria.
A ignorância me preocupa, não a ignorância por falta de educação formal, e sim a ignorância de quem não tem limites, do atrevido que não pensa para falar nem para agir
Neste recolhimento imposto pela pandemia, que respeito e recomendo a meus amigos, não deixei de trabalhar. Pelo contrário.
Leonardo Boff, em texto, disse: O ser humano se constrói com suas relações sociais. Através da razão, dos conceitos morais, suas virtudes e regras de convivências.
Aposentadoria não é a meta de vida para quem sempre trabalhou, e naturalmente sai de casa para exercer alguma função, remunerada ou não.
O velho bruxo argentino dizia que, como todas as coisas, o destino de Pedro Salvadores parece-nos um símbolo de algo que estamos a ponto de compreender.
Em entrevista o filósofo e escritor Luiz Felipe Pondé fez uma análise geral da pandemia e suas consequências para a humanidade, e dela farei algumas ponderações.