A essência do cuidar é buscar a compaixão (sentido de se colocar no lugar do outro). Devemos lembrar que somos humanos e assim: Vulneráveis.
Com a pandemia do novo coronavírus – Covid-19, passeios e viagens ainda não normalizados, além da leitura, gosto na Netflix e YouTube de acompanhar os viajantes profissionais pelos quatro cantos do Brasil e do mundo.
Caminhava pelo calçadão da Praia de Itaparica, Itapuã e da Costa, caminhava como voa um passarinho em manhã ensolarada de um domingo de verão, um sentimento de liberdade e completude, invadido de alegrias pelas coisas que via.
Anos atrás presenciei um momento histórico de Cachoeiro de Itapemirim. Foi a comemoração dos noventa anos de idade do poeta Athayr.
Para os brasileiros, apelido. Para os de língua castelhana, sobrenome. No Brasil, forma de tratamento entre o carinhoso e depreciativo. Utilizado para uma aproximação entre familiares, amigos e colegas de trabalho.
Cupido, na mitologia, apresenta-se com venda nos olhos, o amor não percebe os defeitos do outro. A paixão cega, só o sentimento amoroso ilumina.
A ACL completa sessenta anos de existência e as histórias de vida de cachoeirenses do livro da Sandra já se encontra no terceiro volume.
Ainda vemos, em Cachoeiro, aquilo que lembra uma cidade pequena: um vendedor anunciando um produto que será a panacéia de doença física e mental.