Hospital é lugar de extremos. Da alegria do nascer à tristeza da perda de uma vida. É onde a morte nos ronda. Onde o valente, o arrogante, se torna o mais humilde dos homens.
Ele era como todo pai, como a maioria dos pais. Com erros e acertos. Muito mais acertos do que erros. Exagerado nos elogios à prole.
Lembrando que o fim é inevitável, morreremos todos, as vaidades podem ser desprezadas. Sendo assim, há necessidade dos testamentos: Vital e de Bens pessoais.
Os centros das cidades se assemelham bastante, basta olharmos para o alto dos morros tomados pelas casas sem pinturas e rebocos. Lembram uma cidade que nasceu velha, como descreveu Euclydes da Cunha, em Os Sertões.
A sociedade encontra-se doente. Uma doença chamada violência. O grande mal da atualidade. Os indicadores sociais pioram dia após dia, piora o atendimento em saúde.
A vida na terra não nos basta. É a impressão que fica desde a antiguidade. O ser humano sempre buscou a continuação após a morte biológica.
Da janela do apartamento, antes do amanhecer, com o crepúsculo, vejo ao longe o conjunto de montes. Um enfileirado de montanhas e pedras que a natureza moldou e cercam nosso vale, a cidade e o rio Itapemirim.
Previna-se: é o nome, anos atrás, da primeira Campanha Nacional da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) para prevenção da doença renal crônica. Março é o mês do rim.