Um ano diferente: 2020. Sentimentos alternantes de angústia, medo, esperança... Lembro bem, desde os meus sete anos de idade, cada instante de vida passada. Nada se compara aos tempos atuais.
Com a pandemia do novo coronavírus – Covid-19, passeios e viagens estão adiadas por tempo indeterminado.
Com o cristianismo e o Imperador Constantino torna-se Constantinopla até 1453. Neste ano, inicia-se a era Otomana e seu nome definitivo: Istambul.
“Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união / É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce sobre a gola de suas vestes /
Cupido, na mitologia, apresenta-se com venda nos olhos, o amor não percebe os defeitos do outro. A paixão cega, só o sentimento amoroso ilumina.
Cresci em uma família de sete irmãos. Em minha casa era assim, quando um adoecia, todos adoeciam: sarampo, gripe, catapora...
Sinto falta da Pelegrino. Dos seus últimos dois quilômetros, da Vila Olímpia até o Parque do Ibirapuera, mais ainda. Arborizada. Edifícios, maioria moradia, de arquitetura instigante.
Na pandemia dos nossos tempos, séc. XXI, do novo coronavírus (Covid-19), procuro ocupar o tempo com exercícios para a mente e o físico.