Enquanto os ministros conferem seus (deles, claro) milhões de dólares nos paraísos fiscais, vou me permitir uma pequena abstração.
Estava muito preocupado com a saúde mental das pessoas – aliás, de todos nós – neste período todo da pandemia. Aliás, há tempos fizemos lives com o psiquiatra Sérgio Bourbon.
Juro que já estava começando a crônica de hoje sobre os valiosos achados históricos na restauração da “igreja velha” (toda a minha geração a chama desse jeito...). Cheguei a marcar uma entrevista com o Padre Evaldo.
O Senado e o STF causaram derrotas ao presidente Bolsonaro. A ministra Rosa Weber e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, rejeitaram a medida provisória que dificultava a remoção das Fake News.
Embora demonstrando uma certa segurança, alguns tentavam demonstrar que seria fácil prever, ou seja, nada poderia alterar o curso de nosso regime democrático.
Afora minhas preocupações com a situação do país, que é das mais dramáticas, seja no campo institucional como econômico, ético e moral, vou tratar hoje de outro tema.
A vinda cedo para o escritório é sempre... um filme rápido. Ainda no carro penso – e revejo - o terror do convívio humano lançado pelo velho amigo que chegou do Rio para me fazer uma visita.
São muitos assuntos atormentando as nossas cabeças. Resolvi dividir por partes. Vou usar uma velha diagramação (jargão jornalístico que nem sei se saiu de moda. Servirá para separar os temas).