Isso decorre do fato da inexistência de comprovação científica suficiente que sustente seu benefício e a segurança do paciente. Dizem que os “profissionais inescrupulosos estão deitando e rolando”. E estão mesmo. Na nossa cara.
Tenho encontrado com amigos que me pedem um volume do livro “Fotocrônicas”, que publiquei em 2003, ou seja, há 23 anos atrás.
Há algum tempo venho pensando em escrever sobre qualidade de vida em nossa cidade. Por exemplo: sinto falta dos Pontos de Encontro, onde os cachoeirenses se deparavam para falar sobre a vida e os famosos causos.
Minha querida amiga Regina Monteiro, colunista desta Revista, de forma categórica deu uma aula de Direito no seu programa “Elas e Elas”, na rede social, cujo tema foi “união estável”.
Vivemos com a obrigação de aparentarmos felicidade. Exibimos carro, celular, casa, boa aparência... Como um troféu pelo alcance da felicidade, nem sempre existente.
Achei muito interessante o lançamento dos vários livros de Ziraldo, nos quais o editor mostra seu eterno amor pelos bichos. Aliás, é importante, dizer, ele já era ecológico antes desse terno existir.
Embora tenha feito exercício a vida toda, sempre me pergunto se não há um exagero nas academias. Sobretudo com as exposições nas redes sociais da performance.
Mas, o curioso, pelo menos eu penso assim, é que pesquisa – por sinal que merece credibilidade – diz que 54% dos brasileiros disseram que “não confiam na rede”.