Há escritores que acompanho a vida toda. Quando deixo de ler o que eles escrevem me acomete um sentimento de culpa – seria culpa? - terrível.
O Corpo Humano em seu interior e externamente é uma obra que transcende a compreensão. Uma harmonia entre gases, líquidos e sólidos, entre células vivas e mortas, e os vários tipos de bactérias.
Após um domingo festivo, acordei na segunda cheia de preguiça, o despertador tocou, o desliguei e voltei a dormir. Para dar uma incrementada na preguiça chovia bastante.
Encontro um velho amigo já castigado pelo tempo. Cabelos brancos, pele machucada pelo sol, andar cambaleante. Após um longo e terno abraço, sentamos para tomar um suco.
Por mais que se escreva sobre o sucesso da “Feijoada da Leia” é pouco. O mais importante, resumo, é que sobrou talento aos organizadores, sob o comando de Jackson Júnior. Pode receber o selo de qualidade.
Nossa referência e valor maior da natureza. Fonte da divindade. Algo poderoso e único para todos os seres vivos.
Na Feijoada da Leia, um evento que é sucesso absoluto desde a primeira edição, Jackson Júnior organiza e toma todas as providências, com a ajuda de sua parceira de vida e trabalho Ammanda Castro.
A cada Feijoada que a LEIA promove, fico orgulhoso não só por mim, por toda a equipe, mas, sobretudo, pelo Jackson Júnior, a Ammanda, e a Antonella que nos dirigem com tanta eficiência e respeito.
O nosso melhor cronista, Rubem Braga, descreveu as boas coisas da vida. Eu, em um arroubo de felicidade e lapso de humildade, lembrei-me do título da crônica Braguiana e relato minha preferência, uma coisa boa: o outro lado da Ilha de Vitória.
As pessoas estão publicando exageradamente festas, viagens, mesas fartas, roupas de grifes, há uma necessidade tão grande de promover a própria vida, que até se duvida da veracidade das informações.
Minha cabeça ficou meio perdida em plena terça-feira quando, a rigor, escrevo esta crônica. Primeiro, me deparo com o velho cronista Joaquim Ferreira dos Santos - aquele que sempre frequentou a casa de Rubem Braga
De todas as efemérides a que mais me sensibiliza é a dos dias dos pais. É a que me traz as melhores recordações.