Não fora o absurdo, constitui uma grande falácia o argumento de que o incentivo legal do porte e posse de armas com a facilitação da venda tenha diminuído o número de crimes no país.
A ministra Rosa Weber assumiu, segunda-feira (12.9), a presidência do Supremo Federal. O que representa esta notícia para ser motivo de crônica nesta revista? Respondo.
O presidente-candidato Bolsonaro transformou os 200 anos de comemoração da Independência numa grandiosa festa eleitoral. No linguajar dos marqueteiros se chamava – não sei se ainda é assim ... – “volume de campanha”
Infelizmente, por motivos profissionais, não fui à Feijoada de nossa LEIA. Eu que falei tanto sobre o tema na crônica passada.
Aqui posso falar mal do presidente – e como falo! -, do governador e do prefeito, sem que nada me aconteça. Nem cara feia. Ora, liberdade constitui valor uno e indivisível.
Desde terça-feira (16) os candidatos à próxima eleição de 2 de outubro, cumprindo o calendário eleitoral, iniciaram a campanha nas redes sociais e outros, ficando a da TV para o próximo dia 26.
O início da propaganda eleitoral, que começa na segunda-feira (15/8), me traz recordações. O meu curso primário foi feito – todo ele – com caderno de um candidato que nunca fiquei sabendo quem era.
Tenho vindo a pé para o escritório. Uma boa caminhada. Converso com um, com outro. Pulo pelos buracos infernais das calçadas.