Já vi de tudo em política. Minto. Quase tudo. Em Cachoeiro, por exemplo, lá atrás, havia um mágico, que também desfiava suas orações e premonições antes mesmo das eleições.
Queira ou não, a democracia se fez presente, se impôs e a eleição correu dentro da normalidade até agora. A onda bolsonarista, em tese, aparentemente – tenho minhas dúvidas –, veio para ficar.
Todo mundo sabe que Amini morreu na prisão, após ter sido espancada pelos seus captores. Isso gerou uma grande indignação.
Não fora o absurdo, constitui uma grande falácia o argumento de que o incentivo legal do porte e posse de armas com a facilitação da venda tenha diminuído o número de crimes no país.
A ministra Rosa Weber assumiu, segunda-feira (12.9), a presidência do Supremo Federal. O que representa esta notícia para ser motivo de crônica nesta revista? Respondo.
O presidente-candidato Bolsonaro transformou os 200 anos de comemoração da Independência numa grandiosa festa eleitoral. No linguajar dos marqueteiros se chamava – não sei se ainda é assim ... – “volume de campanha”
Infelizmente, por motivos profissionais, não fui à Feijoada de nossa LEIA. Eu que falei tanto sobre o tema na crônica passada.
Aqui posso falar mal do presidente – e como falo! -, do governador e do prefeito, sem que nada me aconteça. Nem cara feia. Ora, liberdade constitui valor uno e indivisível.