Os motivos de sua eleição não poderiam relacionar numa cronologia lógica ou histórica, mas é um feito incomum e histórico.
O Caçadores Carnavalescos Clube, com seus 124 anos, é uma entidade social que merece ser vista e cuidada como patrimônio cultural da cidade.
Pode ser até que eu esteja impressionado. Na verdade ando mesmo. Refugiei-me, para garantir uma espécie de sanidade, na crônica de Miriam Leitão sobre o tema “Brasil está em chamas por ação do crime”.
Hospital é lugar de extremos. Da alegria do nascer à tristeza da perda de uma vida. É onde a morte nos ronda. Onde o valente, o arrogante, se torna o mais humilde dos homens.
Começo minha crônica de hoje com um tema que tem muito a ver com o dia do advogado – 11 de agosto.
Ele era como todo pai, como a maioria dos pais. Com erros e acertos. Muito mais acertos do que erros. Exagerado nos elogios à prole.
Trata-se do preconceito, intolerância e discriminação em relação aos idosos e a participação deles no mundo que os cerca
Lembrando que o fim é inevitável, morreremos todos, as vaidades podem ser desprezadas. Sendo assim, há necessidade dos testamentos: Vital e de Bens pessoais.
O Vereador e Presidente da Câmara Municipal Brás Zagotto nos convidou para a inauguração do elevador panorâmico, que liga a Praça Jerônimo Monteiro à sede da Câmara.
Tenho escrito sobre coisas amargas. Cheguei a pensar em perder a capacidade de sonhar, o que seria o desastre total. Em meio ao caos, me aparece a solidariedade às vítima do Rio Grande do Sul.
Os centros das cidades se assemelham bastante, basta olharmos para o alto dos morros tomados pelas casas sem pinturas e rebocos. Lembram uma cidade que nasceu velha, como descreveu Euclydes da Cunha, em Os Sertões.
Minha grande alegria na infância era, aos domingos, ir à missa e passar na Banca para comprar revistas. A preferência eram as da Disney e pegava emprestado ou trocava.