No último final de semana voltei a me emocionar. Tarde de domingo, hora em que a saudade nos apresenta sua face mais perversa. Tarde de Fla x Flu no Engenhão. E o Flamengo virou espetacularmente um jogo praticamente perdido.
Mês de mais um ano de vida abaixo do Equador. Homenagem a Jano, porteiro do céu. Divindade guardiã das portas, apresentado com duas cabeças, pois todas as portas se voltam para os dois lados.
João, João Vitor de Andrade Moraes, meu neto mais novo, lembra o nome do poeta pernambucano, autor de Morte e vida severina, João Cabral de Melo Neto.
Marilene De Batista Depes é cachoeirense e primeira mulher a presidir a Academia Cachoeirense de Letras (ACL). Seu último livro é isso: um presente de mulher, e de mulheres (Luciana e Célia), para nós homens.
Cambada de gente para inventar coisas. Quando me falaram levei um susto tão grande que meu coração disparou.
Tempos atrás escrevi: Cachoeiro empobreceu, ficou triste, perdeu o poeta Estelemar Martins. Na verdade, bem mais que um poeta: um humanista, músico, advogado...
Wilson Márcio Depes, meu caro confrade, companheiro da Academia Cachoeirense de Letras (ACL), tempos atrás, descreveu, em livro, várias figuras folclóricas da nossa cidade. Uma dessas pessoas era o Agulha.
Sabiá-laranjeira é a ave símbolo do nosso país e do estado de São Paulo. Em sua família se destacam o corpo alongado, pernas robustas e bicos medianos. De tudo, o que se sobressai é o canto onde seduz as fêmeas e demarca o território.