Wilson Márcio Depes, meu caro confrade, companheiro da Academia Cachoeirense de Letras (ACL), tempos atrás, descreveu, em livro, várias figuras folclóricas da nossa cidade. Uma dessas pessoas era o Agulha.
Mês de dezembro, período em que se vivem as expectativas do Natal e do final de ano. Para quem tem filhos ou familiares morando longe, a ansiedade do reencontro é grande.
Andei paquerando a lista dos livros mais vendidos este ano. Não naquelas listas comerciais onde se junta tudo, até mesmo os de autoajuda. Preferi selecionar. Principalmente pela falta de tempo.
Sabiá-laranjeira é a ave símbolo do nosso país e do estado de São Paulo. Em sua família se destacam o corpo alongado, pernas robustas e bicos medianos. De tudo, o que se sobressai é o canto onde seduz as fêmeas e demarca o território.
Durante dois anos não deixamos de nos encontrar virtualmente e no grupo de WhatsApp. E decidimos agora, todos devidamente vacinados, promover uma confraternização de final de ano.
Se pensarmos que o maior celeiro de coronavírus, por exemplo, é a nossa Amazônia e nós continuarmos a tratar a nossa Amazônia como estamos tratando, poderemos ter a próxima epidemia nascendo do Brasil.
São suas iniciais. O nome? Não se recordava. Restava, em documento, uma foto apagada, um registro civil. Não se lembrava dos pais, irmãos ou vizinhos. Menos ainda da casa onde morava e os detalhes da redondeza, coisas de sua infância e adolescência.
Aconteceu na Câmara Municipal e o assunto repercutiu por toda cidade. O vereador Diogo Lube preparou um projeto de lei em que se exige a apresentação do cartão de vacina para se adentrar na Câmara Municipal.
Chico teria dito e uma vez que se considerava um artista querido, pois seus shows estavam sempre cheios e os discos vendiam. Mudou de opinião quando surgiu a internet com a caixa de comentários. Descobriu-se odiadíssimo.
O bem maior do ser humano é a saúde. Pena que só entendemos sua importância quando começamos a perdê-la ou no momento da dor. Saúde: algo pessoal e intransferível.
Resido em casa com quintal sujeito a formigas, cupins e outros insetos. E dos jardineiros ouço a mesma frase: - Dona Marilene, precisa comprar remédio para exterminar as formigas.
Algumas amizades, por vezes, orgulham a gente até porque você admirou o pai, o avô, enfim, alguém que ficou no passado. Admirei muito – e até hoje possuo todas as suas obras – o advogado Heleno Fragoso.