Quando vejo, agora nas redes sociais, a movimentação dos pré-candidatos a prefeito, lembro-me das eleições passadas. Era menino ainda quando acompanhava os comícios festivos.
Dias atrás acompanhei o nascer de um dia em Cachoeiro de Itapemirim. De Cachoeiro carrego comigo o hábito de levantar-me antes da alvorada, e assim, da sacada do apartamento observo o município canela verde capixaba.
Hoje, nos meus muitos anos de vida, fico pensando se o que sonhei para mim, na minha juventude, se tornou realidade.
A amiga jornalista Regina Monteiro, em sua famosa coluna – na verdade, são duas páginas – disse que este escriba entenderia de política cachoeirense e nacional.
Tenho, no momento, interesse na literatura infantil que tanto me alegrava. Com ela, em minha infância, viajei.
Neste período somos convocados a jejuar - não só de alimento, mas principalmente do que nos torna escravos e que nos afasta de Deus;
Justifiquei que fui ao cinema por indicação de uma amiga muito querida que alegara a necessidade de assistir ao filme sobretudo porque vivo na área jurídica.
O Carnaval passou e deixou lembranças e saudades. Após três anos, entre pandemia e outras dificuldades, finalmente pudemos realizar o Carnaval, festa que já acontece em nossa casa há mais de 30 anos.
Uma querida amiga, durante o período de recesso, insistiu muito para que eu fosse assistir ao filme “Anatomia de uma Queda”, que é um suspense dramático dirigido por Justine Triet.
Na física, resistência que a matéria oferece à aceleração. Para nós brasileiros: apatia; indolência. Fico impressionado com a passividade do povo brasileiro.
Entrevistado, há algum tempo, no excelente programa “Entre Elas”, conduzindo por Marilene e Regina, o tema principal foi, essencialmente, uma eventual lei eficaz de combate ao bullying dentro e fora da internet.
No movimento vibratório da palavra escrita e pronunciada, da respiração, dos acordes da música, da calmaria do silêncio e da vida, origina-se o som.