Lembro-me bem. Foi num domingo, há mais de 130 dias. Mandei um whatsapp, com uma bela foto da Igreja Velha (é assim que chamávamos ...). Não houve resposta.
Não devemos desperdiçar uma crise como essa e, com rapidez e ambição, sairmos mais fortes dessa pandemia, mitigando seus efeitos arrasadores e que está ceifando milhares de vidas.
Márcia desviou de caminho, da Beira-Rio tomou o vão da ponte e atravessava o rio Itapemirim. Atravessava o rio e se perguntava sobre a atitude de desviar caminhos.
Para quem fica muito tempo na clausura, ao trafegar pelas ruas dá para se ter uma visão bem ampla dos detalhes, tudo se torna mais visível, e em destaque as intervenções do Prefeito Victor Coelho em nossa cidade.
A Lei de Segurança Nacional, como relembra Ricardo Noblat, em sua terceira versão, é uma herança legada pela ditadura militar. Já foi pior do que é. Muito pior.
Recebemos do casal amigo o convite para passarmos algumas horas juntos, pelo simples prazer do encontro e de colocarmos o papo em dia.
Bolsonaro pretende reviver, na prática, a Lei de Segurança Nacional. A Lei de Segurança Nacional, como relembra Ricardo Noblat, em sua terceira versão, é uma herança legada pela ditadura militar.
Márcia encontrava-se próxima à Ilha da Luz. Logo, alcançaria as pontes menores e a ponte principal, cartão postal de sua cidade, a Ponte de Ferro.
Quando me deparo com as figuras de Marta e Maria no Evangelho, me identifico bastante com Marta. Sou de ação, tenho dificuldade de permanecer por longo período em meditação ou atenta e sem dispersar-me.
Senti muito a morte de Sérgio Ricardo. Minha adolescência foi ao som de sua música “Nosso Olhar”, composição extraída da bossa nova.
Márcia caminhava ao lado do rio. Fim de tarde de um dia ensolarado, bem típico de sua cidade, região sul capixaba. A última cheia, uma das maiores da história do rio, castigara sua cidade e cidades vizinhas.
Existem constatações que são tão óbvias que seria desnecessário qualificar o autor, basta atentar para suas opiniões.