Em texto atribuído a Frida Kahlo, no qual me inspiro, ela comenta situações em que deveria prevalecer o amor próprio. Naturalmente válido para ambos os sexos.
Estou lendo um livro muito interessante, de autoria do Dr. Paulo Niemeyer Filho, talvez o maior neurocirurgião do país, no qual venho captando muitos ensinamentos que respondem perplexidades minhas.
No Brasil o racismo é estrutural, histórico, cultural, uma condição social criada pelos ancestrais europeus e orientais, que ávidos por dinheiro e poder, organizaram um sistema de enriquecimento através da exploração das pessoas.
A nossa conterrânea, Dra. Margareth Dalcolmo, que é cientista e pneumologista, obteve um protagonismo indiscutível na pandemia, recolhendo e repassando ensinamentos a toda população. Não se cansou.
Vitor, meu filho mais novo, anos atrás, recebeu de presente um passarinho. Na verdade, um filhote de periquito, conhecido como Calopsita. Por vários dias, com dedicação, ele cuidou.
Sou totalmente solar, adoro sol resplandecente, e também curto a chuva porque reconheço o quanto é benéfica à natureza, só não me adapto ao frio. E quando chega setembro o corpo vai se vitalizando e o espírito se eleva.
Dei, de uns dias cá, pra rever as músicas de Chico Buarque. Antes de escrever esta crônica, me vi cantando, sem mais nem porque: “Ouça um bom conselho/Que eu lhe dou de graça/Inútil dormir que a dor não passa/Espere sentado/ Ou você se cansa/Está provado, quem espera nunca alcança”.
Fotografia revela detalhes de uma cidade, como se mostrasse seu corpo e alma. Por isso, o encantamento e medo perante uma fotografia; por isso, o zelo por nossa imagem.
Recordo-me dele na praça, entre artesãos, aspecto hippie e a humildade de toda vida.
Primeiro assunto. O escritório tem promovido, às quintas-feiras, lives abordando vários temas de interesse da população.
Gosto de animais, de cuidar deles, alimenta-los, tê-los por perto. Animais simbolizam vida e nos oferecem muito mais – em carinho, consideração e reconhecimento, do que nós a eles.
Dizer que foi um ano perdido em nossas existências? Não, não foi. Não posso dizer que não estamos tristes, principalmente com a pandemia.