Como faço ginástica diariamente, num horário frequentado por pessoas que trabalham e se preocupam em manter hábitos saudáveis, chego também a conclusões de ordem prática.
Depois, no programa da Regina e da Marilene. Mas me deparei, nesta quarta-feira – dia em que escrevo a coluna –, com Bolsonaro todo sorridente abraçado com a deputada alemã Beatrix. Perdi o controle.
Gravidez não é doença. Mas, existem riscos. Risco em perdas de vidas e social (gravidez indesejada e na adolescência). A indesejada leva a atitudes desesperadoras e a interrupção a qualquer preço (aborto provocado).
Escrevo no dia em que se comemora o Dia do Amigo, e o tema me é muito prazeroso. Ao longo da vida vamos agregando amigos, e estes naturalmente vão se desagregando pela própria mudança de interesses, de trabalho e de posturas.
Cada ano que passa você enxerga a vida de uma forma. No passado, confesso, já fui a favor da reeleição. Achava que se o mandatário que ia bem, que estava governando corretamente, merecia ser reeleito.
Tenho certeza que na calçada o cidadão faziam seus pactos de convivência, viam como caminhava a humanidade municipal e, no usufruto de viver num cenário tão espetacular, respiravam.
Desde o século passado, a população afasta-se dos campos e ocupam as cidades. Ocupamos todos os espaços e inclusive os morros. Não importa as condições, viveremos e morreremos nas cidades.
Há bastante tempo queria entender essas pessoas e como não sou da área da psicologia sentia dificuldade, até que me deparei com um artigo em que um profissional conseguiu esclarecer-me.
Perdeu trabalho por medo de dar pistas sobre sua rotina e, sobretudo, perdeu sua liberdade. Sua vida virou um inferno. No início ela não deu importância à longa mensagem que recebeu na rede social de um seguidor. Apareceu na porta de sua casa.
Sempre me intrigou a falta de parceria entre elas, parceria essa que extrapola os limites quando se trata dos homens. A sororidade não é nada além do que a solidariedade umas com as outras, e é comum ser observada nos movimentos feministas.
Quando o tempo passa e gradativamente perdemos a força, e desejo, de realizar coisas simples que até então nos fazia feliz, certa melancolia nos invade.
A Banca é de revistas, fica no centro de Cachoeiro de Itapemirim, no edifício Primus. Local tradicional da nossa cidade. Um dos nossos primeiros prédios. Uma passagem, e encontros, de cachoeirenses.