Vitor, meu filho mais novo, anos atrás, recebeu de presente um passarinho. Na verdade, um filhote de periquito, conhecido como Calopsita. Por vários dias, com dedicação, ele cuidou.
Sou totalmente solar, adoro sol resplandecente, e também curto a chuva porque reconheço o quanto é benéfica à natureza, só não me adapto ao frio. E quando chega setembro o corpo vai se vitalizando e o espírito se eleva.
Dei, de uns dias cá, pra rever as músicas de Chico Buarque. Antes de escrever esta crônica, me vi cantando, sem mais nem porque: “Ouça um bom conselho/Que eu lhe dou de graça/Inútil dormir que a dor não passa/Espere sentado/ Ou você se cansa/Está provado, quem espera nunca alcança”.
Fotografia revela detalhes de uma cidade, como se mostrasse seu corpo e alma. Por isso, o encantamento e medo perante uma fotografia; por isso, o zelo por nossa imagem.
Recordo-me dele na praça, entre artesãos, aspecto hippie e a humildade de toda vida.
Primeiro assunto. O escritório tem promovido, às quintas-feiras, lives abordando vários temas de interesse da população.
Gosto de animais, de cuidar deles, alimenta-los, tê-los por perto. Animais simbolizam vida e nos oferecem muito mais – em carinho, consideração e reconhecimento, do que nós a eles.
Dizer que foi um ano perdido em nossas existências? Não, não foi. Não posso dizer que não estamos tristes, principalmente com a pandemia.
Não posso deixar de discorrer. A “Feijoada” da Leia repercute até hoje. Esta edição da revista estará, por certo, recheada de fotos do evento on line, digamos assim.
Academia de Letras de Cachoeiro de Itapemirim foi fundada em 1962, por um grupo de jovens estudantes envolvidos com a cultura da cidade, e posteriormente nela ingressaram alguns professores que partilhavam de ideais idênticos
Nesse período de pandemia do novo coronavírus (Covid- 19), a Academia cumpre o seu dever divulgando depoimentos de confrades e confreiras com incentivos a leitura e estudos
E a pandemia faz aflorar no ser humano o que ele tem de pior, as injustiças sociais nunca foram tão clamorosas, basta verificar qual a população que está sendo dizimada pela pandemia